Que tal a capital? | Parte 1

Por que Brasília? O que tem de bom em Brasília? Você veio fazer o que aqui?

Essas são algumas das perguntas que muitos nos fizeram nessa viagem.

A resposta é bem simples: Brasília é a capital do nosso país, e querendo ou não, é de lá que vem a maioria das decisões que afetam nosso cotidiano. Todo brasileiro ouve o nome dessa cidade quase que diariamente e sabe que ela representa o poder.

Mais interessante do que o jogo do poder, é descobrir o que tem a capital do seu país, pois muitas vezes é mais fácil conhecermos as capitais de outros países do que do nosso. Mas nem só de política vive Brasília. Ela é uma cidade considerada Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco. Um grande título para uma cidade que tem apenas 50 aninhos, num corpinho de verdadeiro avião. Sim, a cidade foi desenhada em forma de avião, e por esse motivo existem os tais termos “ Plano Piloto, Asa Sul, Asa Norte e por aí vai…

Quase tudo em Brasília tem o toque de Oscar Niemeyer. Para amantes da arquitetura, a cidade é sem dúvida, fonte de inspiração e estudo. Gera no mínimo uma boa discussão, mesmo para leigos no assunto.

A cidade foi planejada por Lucio Costa, e é toda dividida por setores. Há por exemplo, o setor hoteleiro, os setores comerciais, hospitalar, de abastecimento, de gráficas, e até o setor de diversões!  Engana-se quem acha que os brasilienses se perdem com os códigos e os números relativos aos setores e as quadras. Eles sabem a cidade como a palma da mão.

Já quando o assunto é turismo… os brasilienses realmente estranham o movimento turístico, e sempre questionam: O que vieram fazer em Brasília se não vieram a trabalho?

Diante desse desafio, resolvemos descobrir o que é que Brasília tem afinal.

Contaremos essas descobertas no próximo post ;)

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2 Comentários

Arquivado em Brasil, Destinos

2 Respostas para “Que tal a capital? | Parte 1

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  2. Brasília – Basta caminhar pelas quadras de Brasília para perceber a mistura de cores e texturas que amenizam o concreto do cenário urbano. Os canteiros espalhados por todas as quadras fazem a capital assumir o sentido de cidade-jardim. Mas o que pouca gente sabe é que a maioria das flores vem de fora, principalmente de Holambra (SP). A produção local ainda é pequena para atender o consumo da capital. O jeito foi buscar no associativismo uma saída. Em parceria com o Sebrae, 31 produtores se uniram e criaram a Associação Brasiliense dos Produtores de Flores e Plantas do DF e Entorno. Eles ainda pretendem reunir as 120 propriedades rurais do Distrito Federal voltadas para o plantio das mais variadas espécies de flores, folhagens e arbustos.

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