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Boas dicas de Curitiba à Fortaleza

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O Levo na Mochila está sempre em busca de parcerias para oferecer cada vez mais dicas e o melhor conteúdo para  manter nossos amigos viajantes sempre informados. Dessa vez contamos com a colaboração da FalaTurista, empresa que opera em mais de 150 cidades brasileiras, oferecendo hotéis para reservas online.

A dica de hoje vai agradar tanto os amantes de um friozinho quanto aos amantes do calor.

Aproveitem ;)

Quem gosta de mochilar já sabe que economia é o segundo passo para fazer uma viagem bacana: o primeiro é escolher o destino. E para viver dias de alegria, descanso e descobertas culturais e artísticas em um canto diferente não é preciso, necessariamente, sair do Brasil. Nosso país é um caldeirão de manifestações culturais em cada região. Por exemplo, já considerou viver todas as delícias de Curitiba, no sul do país, ou Fortaleza, no coração do Ceará?

No friozinho de Curitiba

Em Curitiba o mochileiro vai ver uma outra cara do Brasil. Apesar de ser capital e de ser cidade grande e organizada, a principal cidade do Paraná apresenta um cenário de filme com ares provincianos. Reservar hotel por lá é uma das melhores atividades da viagem, já que a rede hoteleira – assim como a gastronômica – em solo curitibano é de cair o queixo em relação a outros locais do Brasil.

Na cidade é possível viver alguns dias de total aproximação com a natureza, já que são mais de vinte e cinco parques com uma área verde preservada que supera os 80 mil m². E até os bosques e parques, por sua característica cultural, apresentam nuances e fatos do Brasil na época das grandes imigrações européias de italianos, alemães e portugueses e também da imigração japonesa, com vários memoriais a esses eventos espalhados pelos bosques da cidade.

E esse potencial pelas belezas naturais do estado é que fazem Curitiba ser ainda mais bonita e organizada, em relação a outras capitais brasileiras. Não é a toa que um dos principais cartões postais da metrópole de dois milhões de habitantes é justamente seu Jardim Botânico, com uma imperiosa estufa metálica que abriga espécies de plantas comuns em todo o país. A Ópera de Arame, outro monumento dentro de parque, também atrai muitos olhares por suas nuances entre o que o homem faz e o que a natureza fabrica.

Quem escolhe a capital do Paraná como destino e decide reservar albergue ou hotel em Curitiba pode esperar por uma grande imersão cultural. Por lá é possível ver o Museu Oscar Niemeyer, que tem 16 mil m² destinados a exposição de obras de arte, com uma arquitetura que, claro, não poderia deixar de ser exuberante, e o teatro Guaíra, uma das maiores casas de espetáculo da América Latina. Entre museus, igrejas e parques vale a pena visitar Curitiba e tirar de lá o maior número possível de boas experiências.

No calor de Fortaleza

Essa máxima também vale para o viajante que vai pesquisar hotéis em Fortaleza e seguir seu rumo pelo nordeste do Brasil. Cidade praiana e muito animada, a capital do Ceará nos lembra constantemente que há espaço na vida para o trabalho, para o descanso e para a simples constatação de que estar vivo vale muito a pena. Fortaleza tem muitos pontos turísticos certos, como o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, e muitos “neo-clássicos” que sempre chamam a atenção, como a casa onde foi tramado o maior assalto a banco da história do país, contada no filme Assalto ao Banco Central no ano de 2011.

Fora os passeios pela cidade e sua rica manifestação gastronômica está a possibilidade de conhecer um dos mais lindos recortes litorâneos de todo o Brasil. Vale a pena dar uma passada pelas praias de Iracema, Mucuripe e Praia do Futuro e, quem sabe, estender a viagem até Canoa Quebrada e Jericoacoara, verdadeiros paraísos naturais do nosso nordeste. E não se esqueça da lembrança de que a vida pede descanso: aproveite os momentos entre um passeio e outro para tirar um cochilo na rede e compre uma, nas feirinhas de artesanato das praias, para trazer na mochila um pedacinho tradicional desse lindo estado.

Post por FalaTurista
Fotos Google Images e Danyelle Fioravanti
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Centro Budista Três Coroas – RS

Centro Budista Três Coroas no Maps

 Para ler ouvindo: Times like These – Foo Fighters

Não me canso de falar como me fascina a  imprevisibilidade de colocar uma mochila nas costas e ir em busca do desconhecido. Na viagem ao Rio Grande do Sul, umas das melhores descobertas estava no caminho e não no destino. Na estrada rumo a Gramado e Canela, Stellinha e Júnior, queridos amigos e guias da ocasião, me perguntaram se eu gostaria de parar para conhecer o Centro Budista de Três Coroas, claro que eu topei e, fiquei maravilhada com o que vi por lá.

A paz que o lugar transmite já valeu o tempo que ficamos lá, principalmente para acalmar a mente e coração da viajante inquieta aqui, super hiperativos. Além de muitos aprendizados por toda a parte, o Júnior estuda o budismo e teve de aguentar inúmeras perguntas, daqueles bem leigas, sabe?

Lá descobri que não existe só um buda, com todo o respeito, aquele gordinho sorridente que conhecemos, é o buda do futuro, mas existem muitos, cada um com uma espiritualidade diferente. Sidarta Gautama foi o fundador do budismo, o primeiro a alcançar o estado de iluminação e por muitos é considerado o Supremo Buda. Isso eu lembrava das aulas de história, mas jurava que ele era o das estátuas que vemos por aí (o barrigudinho), mas não. Fiquei em choque! hê

O Khadro Ling em Três Coroas – RS, é  uma comunidade de praticantes budistas, lá  fica o primeiro templo tibetano tradicional da América Latina.

O lugar é maravilhoso, repletos de cores vivas, em meio a natureza. Realmente uma visita que vale a pena!


Links:

Khadro Ling

Terra Pura de Padmasambava

Fotos por Danyelle Fioravanti

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Um sábado em Porto Alegre

Porto Alegre no Maps

  Para ler ouvindo: Vejo Depois – Rael da Rima

Eu e minha caça por passagens em promoção não temos muito critério. É um lugar que ainda não conheço? A passagem cabe no bolso? Negócio fechado! Usando esses critérios (ou falta deles) comprei passagens para Porto Alegre há algum tempo atrás. Até então não conhecia ninguém por lá, mas a imprevisibilidade da vida sempre trás surpresas, né? Acabei conhecendo uma gaúcha pra lá de especial, a Ana, que me recebeu super bem em sua casa e ainda me apresentou sua inspiradora família: os Goelzer.

E como sou sortuda² também conheci Stella, uma paulista queridíssima que trabalha na mesma empresa que eu, mas mora em Porto Alegre. Stellinha também me convidou para um dia com ela, que vou contar em outro post sobre Gramado e Canela :)

O primeiro dia em Porto Alegre foi de conhecer pessoas muito especiais!!! Diferente da fama deles, eu com minha sorte, fomos super bem recebidos. O que foi almoço na casa dos Goelzer? Uma mesa com carne, frango, um delicioso prato de camarão com salmão. Hmmm…Gordinha que sou tive que experimentar um pouquinho de tudo.

Depois de me acabar no delicioso almoço, fui caminhar pelo centro, visitar o Mercado Municipal, o Museu de arte do Rio Grande do Sul, o Santander Cultural (falei das exposições aqui) e as margens do Rio Guaiba. Ah, que vista mágica!

Dia maravilhoso em Porto Alegre, mas cadê o churrasco e a cerveja?

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Natal, Rio Grande do Norte.

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Hoje é aniversário de uma pessoa muito especial, que já apareceu aqui no blog algumas vezes: Reinaldo Filho. Junto com o Antônio Adriano, outra pessoa super especial para o Levo na Mochila (e, famoso por aqui), o Rei escreveu um post sobre a viagem deles para Natal, no Rio Grande do Norte. Um cantinho no Nordeste do Brasil que fiquei pra lá de tentada em conhecer, depois de ver essas fotos tão lindas!!! Parabéns, Rei! E super obrigada por esse post lindo.

Natal – RN no Maps

Este é um pequeno relato de uma viagem à Natal/RN, um lugar incrível, onde há muito o que se fazer e muito que se lembrar. Tentaremos nesse post dar uma dimensão, mesmo que superficial, dessa experiência. Boa leitura!

Natal surpreende desde a chegada, quando o avião sobrevoa a cidade em direção ao aeroporto.  Tem pouco mais de 800 mil habitantes, mas de cima, parece muito maior. Os quarteirões bem divididos, mostram a face de uma cidade bonita e organizada. Impressionante é a árvore de natal que está montada em uma de suas praças. Moderna e iluminada por leds, é imponente até mesmo do alto. Não é a toa que ela se chama Cidade do Natal.

 


Ficamos no Lua Cheia Hostel. Esse é um dos pontos turísticos da cidade por sua construção nada comum: pretende ser uma réplica de um castelo medieval, com direito a fosso, ponte, e tudo mais. Os quartos foram batizados com nomes do tipo: masmorra, casa das bruxas, calabouço e por aí vai.

A idéia é mesmo transportar o hóspede para a idade média, com direito a uma mesa para refeições ao estilo taberna. O clima foi tanto, que não percebemos o chuveiro queimado e achamos natural passarmos 5 dias tomando banho frio. Mas, para uma cidade que promete  300 dias de sol por ano, tomar banho frio é perfeito.

Praia de Ponta Negra e Morro do Careca-Natal/RN

Para quem gosta de uma boa praia, de águas quentes, claras e muita natureza, a Praia de Ponta Negra é o local ideal. O Morro do Careca  localizado nesta praia, é facilmente reconhecido por se tratar de uma extensa faixa de areia que corta a vegetação.

Praia do Forte dos Reis Magos e Ponte Newton Navarro-Natal/RN

Conhecemos a região da  Praia do Forte, com seu forte de 1598, bem próximo a moderníssima ponte Newton Navarro, o cartão postal de Natal.  Uma cena de contraste. A ponte, vista do Forte proporciona uma visão imperdível do por do sol.

Mas, nem só de praia vive o turista, principalmente o turista que vai para Natal. E como não poderia ser diferente, fizemos o passeio das Dunas de Genipabu.

Dunas de Genipabu/RN

O passeio de buggy custa cerca de R$ 80  por pessoa, se forem 4 pessoas. Se você estiver em um número menor, vai desembolsar um pouco mais para fazer o passeio. Nessas horas, uma nova amizade é sempre bem vinda. Por isso, converse com as pessoas que estiverem no hostel, ou no hotel, e convide-as para fazerem o passeio.

Voltando para Genipabu, trata-se de um passeio que atravessa 4 parques de dunas, com vistas estonteantes, muito vento no cabelo, muita areia no rosto e nos olhos #Antônio fail – leve um óculos de sol…tão importante quanto o filtro solar, acredite.

Como extras,  fizemos brincadeiras de tirolesa, e eskibunda. Duas coisas divertidas e baratas, que fazem a diferença no passeio.

Esse passeio leva um dia inteiro, saindo às 8:00h e voltando às 17:00h.

Importante: É possível que se você fizer esse passeio, em algum lugar das dunas, locais podem te oferecer para tirar foto com iguanas e outros bichos selvagens da região. Não dê sua ajuda a nenhuma pessoa que faça isso, por se tratar de crime ambiental. Essas pessoas machucam os bichos para que eles percam a capacidade de se defender e fugir. Foto com bicho selvagem não é legal, ok?

Pipa/RN

A praia de Pipa fica a 60km de Natal. Para ir, pode ser de carro ou ônibus mesmo. Dessa vez, levamos o reforço de uma galera que conhecemos no hostel – 3 amigos vindos de Recife.

Pipa é um dos destinos mais procurados por quem vai a Natal. A praia é muito bonita. Está numa região de falésias, e por isso, existem imensos paredões que circundam a praia. Nessa região também está a Baia dos Golfinhos.  Pegamos um catamarã para chegar até o local onde eles ficam… e… realmente eles existem! Mas, não é tão fácil entrar em contato com eles, no máximo dá pra ver de longe, mas vale a pena – menos para quem tem estômago fraco e não aguenta o sacolejo do barco – #Reinaldo fail.

Podemos dizer que o amor de Pipa é o que fica. Lá descobrimos que essa máxima, adaptada, é uma verdade.

Cajueiro de Pirangi do Sul/RN

No último dia de nossa “aventura” por Natal – e o Rio Grande do Norte – fomos conhecer o “ maior cajueiro do mundo” , que fica  em Pirangi do Sul, uma cidade vizinha a Natal, a cerca de 20 km. Para chegar lá bastou um coletivo.

E chegando lá, fomos procurar o tal cajueiro… e realmente, ele é imenso. É do tamanho de um quarteirão. Para quem não conseguiu visualizar, faça o exercício de imaginar uma árvore cujas raízes se espalharam por todo o terreno e formaram uma floresta de uma árvore só. Pois é isso mesmo, acredite.

Tá certo que o cajueiro é algo assim… ok! Mas, não poderíamos voltar de lá só com isso na bagagem, e enfrentar a estrada novamente apenas por causa do cajueiro. Fizemos diferente: um passeio de quadriciclo!

O quadriciclo – Pirangi do Sul/RN

Esse passeio custa R$ 90 por pessoa para um quadriciclo de duas pessoas. Se quiser fazer o passeio sozinho, custa R$ 180. Vale a pena mesmo ir de duas pessoas porque pode revezar. Assim ninguém fica sem pilotar o treco.

Esse passeio de quadriciclo foi uma das coisas  mais legais da viagem. Começa em uma estrada de terra, e depois passa por uma vila de paralelepípedo escondida entre a vegetação – coisa que você só veria se fizesse o tal passeio. Depois de passar pela vila, começa a aventura pelas areias…

E possível percorrer uma infinita combinação de trilhas pelas dunas, em um ambiente cinematográfico. Não tem nada ali além do seu quadriciclo e do guia. Somente areia, uma vegetação que lembra episódios do Pica Pau, e para refrescar diante de tanto calor e tanta areia, alguns açudes. Um deles chamado de Açude da Juventude promete devolver a juventude a quem mergulha nele. Pode não ser verdade, mas que dá pra enxergar os próprios pés nele, dá. Água doce, cristalina. Um paraíso.

Isso porque ainda nao mencionamos que em cada um dos açudes que passávamos, a cor da areia mudava. Tinha um que a areia era vermelha.  Nessa, era possível ate fazermos zerinhos com o quadriciclo.

O passeio termina depois de uma hora e meia, mas fica um gosto de quero mais. Certamente é algo que deve ser feito todas as vezes que puder estar lá. Vale a pena.

Gastronomia

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Cachoeiras da Pavuna – Botucatu

 Para ler ouvindo: Arctic Monkeys – When the Sun Goes Down

Há algum tempo atrás, a Dany me chamou para passar uns dias em Botucatu na casa da mochileira-mãe, Lourdes Fioravanti. Então, lembrei de um post em que ela dizia “para quem quer descanso, histórias pra contar, sem faltar a curtição: alô, Botucatu!” e topei na hora. A propaganda não foi enganosa, Botucatu é mesmo uma cidade que vale a pena visitar… mas não vou ficar repetindo aqui o que a Dany já contou. Vamos para a parte que ela escondeu de mim: a cachoeira do Avatar da Pavuna!

A 15 km do centro de Botuca, na rodovia Marechal Rondon sentido Bauru, está a entrada para o Parque Ecológico da Pavuna. Chegando lá é só pagar o ingresso de R$ 5,00, partir para a trilha e seguir as plaquinhas. Mas esteja preparado para fortes emoções! A trilha é íngreme e escorregadia em alguns momentos, mas nada que um pouco de coragem e as cordas amarradas nas árvores não deem conta. Se a coragem falhar em algum momento, não se preocupem, o visual maravilhoso e o barulho da cachoeira de 80m que vai se aproximando, se encarregam de empurrar vocês para frente.

No final da escalada… wow!

Pensei muito, muito em como descrever a sensação de chegar ali, mas seria injusto. Não adianta, as fotos também dão só um gostinho.

Tem que ir, tem que sentir.

Update: Tem que passar repelente também

Publicado por: Fernanda Mendes

Fotos por: Danyelle Fioravanti e Fernanda Mendes

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Santander Cultural, Porto Alegre: The World por Daniel Escobar

No último final estive em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e visitei o Santander Cultural.

Lá pude conferir exposições incríveis, como a Rever de Rochele Zandavalli e  a Poesia a fio de Arthur Bispo do Rosário, mas dois pequenos quadros de um artista de Belo Horizonte, me chamaram especialmente a atenção: The World de Daniel Escobar.

Por que será, né? hê

The World surge da idéia de projetar fisicamente um mundo ficcional produzido pela industria do turismo, utilizando guias de viagem de diversos lugares do mundo. As imagens contidas nos guias são recortadas e levantadas das páginas criando cenários tridimensionais que lembram os livros pop-up. Esta espécie de maquete cria um novo mundo que mistura realidade e ficção, mostrando elementos bastante decodificados que passam a ser reorganizados em paisagens fantásticas. A obra também orginou uma série de fotografias que apresentam diferentes vistas deste delicado cenário.”

Depois de pesquisar um pouquinho mais sobre a obra, resolvi dividir aqui com vocês.

insPire-se ;)

Para ver mais obras de Daniel Escobar clique aqui.

Fotos e informações do site danielescobar.com.br

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Florianópolis – Why so magia?

Para ler ouvindo: Ellie Goulding – Wish I Stayed

Bom, esse é o quinto post que fazemos sobre Florianópolis e  não, não é por falta de roteiro. De alguma forma, a vida, os amigos, os ventos, sempre acabam nos levando de volta a essa ilha. Que magia é essa? Acompanhem.

O que nos levou dessa vez, foi uma despedida. Nosso amigo “peruense”, Sergio Villavicencio (dê um search, ele é famoso no blog), depois de alguns anos vivendo por aqui, está indo embora do Brasil e partindo para… algum lugar que ele esteja com vontade no momento. Sentimentais que somos, durante nosso mochilão pelo litoral norte de São Paulo, decidimos que a despedida seria no lugar onde nos conhecemos: o Lagoa Hostel, na Lagoa da Conceição.

Lá fomos nós! Aliás, eu fui antes sozinha, numa quarta-feira. Durante o dia, trabalhava diretamente do hostel e a noite saia para dar uma volta a pé e jantar em algum dos diversos bares e restaurantes da Lagoa. Poderia facilmente me acostumar com essa vida, sabe?

No sábado de manhã, chegaram as mochileiras Kelly, Ju e Dany, que na velocidade da luz, desfizeram as malas e colocaram os biquínis.  Agora sim, lá fomos nós, juntas, desfrutar o máximo de Floripa e do peruense em apenas um final de semana. Ready, set , go!

Roteiro do 1º dia: Barra da Lagoa, Prainha do Leste, piscinas naturais, almoço no restaurante Dois Irmãos e jantar no Nigiri.

Tínhamos esperança de fechar a noite no John Bull Pub, mas terminamos dormindo esparramados pelo hostel. Ainda bem, pois precisamos de muita energia para o roteiro do dia seguinte… e vocês vão precisar de muito autocontrole para não saírem correndo para Floripa AGORA ao verem as fotos.

Prontos?

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