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Em São Paulo direto da Noruega

Mochilão SP direto da Noruega. Oi? É, isso mesmo! Um tempinho atrás recebemos um amigo norueguês em Sampa e nessa mistura cultural, houve espaço até para nos sentirmos no país dele sem sair da nossa Terra da Garoa.

Enquanto aqui no Brasil somos amantes do futebol, lá eles são apaixonados por handebol. Junto com o Stian fomos assistir ao mundial feminino de handebol no Ginásio do Ibirapuera, e o time feminino dá realmente um show na quadra.  Ginásio coberto de vermelho, gritos fortes “Kom igjen Norge, kom igjen!” (em português: Vamos Noruega, vamos!), era um verdadeiro pedacinho da Noruega em SP :)

Como tínhamos pouco tempo e São Paulo é gigante, tivemos que fazer uma seleção de roteiros e a ideia era mostrar o quanto essa cidade é diversa. Os destinos escolhidos foram o Studio SP – Show do Copacabana Club, Feira Preta – Show da Izzy Gordon, Rael da Rima e Criolo, Casa das Rosas para um almocinho tranquilo depois de tanta agitação. O mais legal era ver a cara do Stian diante das misturas brasileiras/paulistanas, como pizza de chocolate. hê

Que somos boas viajantes a gente sabe. Se somos boas anfitriãs…  é o Stian que tem que dizer, mas esperamos mesmo que sim! Tentamos mostrar um pouquinho do espírito dessa cidade enorme (“huuugee”, como disse o Stian logo que chegou à avenida Paulista).

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Um domingo cultural que deu samba em SP

Como diria  Marcelo Yuka e o Rappa: “…não me deixe sentar na poltrona no dia de domingo.”

E lá fui eu, levantar do sofá e ir atrás do que fazer em SP no domingão. Assim, meio sem destino…

Primeira parada: Centro Cultural SP, Rua Vergueiro – Paraíso

Interior do Centro Cultural

Passamos (a Carou, eterna companheira de mochilões e eu) rapidinho por lá.
Descobrimos uma exposição sobre arte postal, que se mostrou bem divertida em algumas obras (ou nós que estávamos rindo a toa mesmo). Andando mais um pouquinho por lá, vimos umas obras que chamaram bastante a atenção por misturar religião e imagens, como posso dizer… um tanto quanto polêmicas (minha mãe não ia gostar de ver). Não consigo lembrar o nome do artista de jeito nenhum, dei uma fuçada pela internet e também não encontrei, se alguém souber, por favor, conta pra gente.

Dei um click em uma das imagens

O Centro Cultural São Paulo é um lugar eclético, sempre receptivo a todos. Um lugar delicioso para quem gosta de tranquilidade para ler. E sempre com exposições legais, sua programação conta também com cinema, teatro, dança.

De lá seguimos andando até a Avenida Paulista.

Vista da Avenida 23 de Maio

Segunda parada: Casa das Rosas, Avenida Paulista – Bela Vista

Como não conheci esse lugar antes?
Lindo!!! A casa, que também é um centro cultural, é um dos últimos casarões da Av. Paulista. Transformando a imagem desta avenida tão movimentada, nos coloca frente ao velho e o novo, ao calmo e o frenético. Elementos opostos se misturando em grande harmonia.
Afinal, não teria vista melhor daquela sacada tranquila, envolta de árvores, se não nossa agitada Paulista.
Poucas eram as rosas que realmente tinham no jardim do casarão, acho que não é época delas florecerem, mas na minha imaginação haviam rosas, pessoas de vestidos longos, grande encontros, música, piano. O Casarão realmente mexeu com a minha imaginação.

Biblioteca da Casa das Rosas

Vale a pena conhecer e sempre rolam umas exposições bacanas por lá. No site tem todas as informações.

Avenida Paulista, vista da Casa das Rosas

Seguimos nosso rumo, chegamos a Pompéia, Av. Professor Alfonso Bovero. Não fomos parar lá por acaso, tinhamos uma missão: utilizar o voucher que compramos no Peixe Urbano há meses e estava quase vencendo. Missão cumprida, nos deliciamos no restaurante mexicano Nacho Libre, que tem uma comida bem gostosa. Nos acabamos nos Nachos, Burritos, Tacos e ainda pude tomar suco de cupuaçu, que não tomava desde o meus 6 anos, mas me lembro que adorava, quando criança. Nem lembrava do gosto direito, mas não tive dúvidas na hora que vi no cardápido. Escolha certa, ele é realmente delicioso, como na minha lembrança.

E parecia que esse seria um domingo tranquilo, mas quando se começa um Mochilão sem destino, tudo pode acontecer e uma ligação me desviou do caminho de casa. Fui parar no Bixiga, quadra da Vai Vai. Muito samba no pé e agitação no ensaio da escola que esse ano homenageia o Maestro João Carlos Martins, em seu samba enredo. E o domingo que tinha tudo para se tranquilo acabou em samba.
Viva a diversidade dessa cidade!

 Ensaio na rua em frente a quadra da Vai Vai

Falando em diversidade, no carro, já voltando para casa, uma pergunta surge:
– O Bixiga não é um bairro tradicionalmente italiano?
– Sim
– Você viu algum italiano por lá?

É, tá na hora do Mochilão conhecer o Bixiga.

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