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Virada Cultural SP: Dicas de programação

O Levo na Mochila fez uma seleção do que gostaria de ver na Virada Cultural.

Não está fácil escolher entre tantas coisas bacanas que vão rolar esse ano.

E vocês, já fizeram seu roteirinho do que vão curtir na Virada?

Sábado
12h30 – Um pouco de hip hop
O que: Flora Matos e Lurdez Luz 
Onde: Praça da República
 
16h Música e poesia
O que: Elas e eu
Onde: Ceú Parque Bristol
 
 19h Tulipa Ruiz
 
20h Cinema
O que: O mundo imaginário de Dr. Parnassus
Onde: Sesc Ipiranga
 
21h Nova MPB
O que: Luiza Possi
Onde: Céu Parque Anhaguera
 
23h Mais hip hop
O que: Projota
Onde: Cásper Líbero
 
00h Teatro
O que: Universo Nelson Rodrigues
Onde: Sesc Belenzinho
 
Domingo 
00h às 12h Filmes na faixa
O que: Locação gratuita de filmes
Onde:2001 Vídeo – Avenida Paulista, 726
 
02h – Samba da perifa
O que: Pagode da 27
Onde: Largo São Franciso
 
09h30 Rock!
O que: Suicidal Tendencies
Onde: Av. São João, 1100
 
11h Keep the rock
O que: Defalla
Onde: Alameda Barão de Limeira Altura do Número, 200
 
14h Literatura + Rua
O que: Sarau do Cooperifa
Onde: Largo São Bento
 
15h Eramos jovens
O que: Killi
Onde: Rua dos Gusmões
 
17h O rock não para nessa lista
O que: Dance of Days
Onde: Rua dos Gusmões
 
18h 30 anos sem Elis
O que: Jair Rodrigues
Onde: Boulevar São João
 

Curtiu a lista?

Qual a sua?

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Post por: Danyelle Fioravanti e Fernanda Mendes

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Arquivado em Mochilão SP

O rap que levo na mochila

Um movimento musical e cultural tem acontecido aqui em São Paulo e em outras regiões do Brasil, como Curitiba.

Parece que algum espaço, ainda que pequeno ao meu ver, tem sido aberto a novos músicos muito talentosos que estão na estrada há bastante tempo e agora tem conseguido chegar no que chamamos de “mainstream”.

É curioso ver a transformação do rap, hip hop… não é a primeira vez que falo aqui de artistas e bandas, como Rael da Rima e Pentágono.

Depois do Emicida que abriu as portas da periferia e ampliou a voz do rap nacional, a bola da vez pra mim é o Criolo, antes Criolo Doido.

A sensibilidade com que este cara toca em feridas sociais e culturais tem me levado a grandes reflexões e uma paixão demasiadamente verdadeira por sua música.

Criolo não é o tipo de música que você ouve por inércia, que simplesmente está ali no repeat e o gingado da música é bom. Criolo mexe com os nervos, com as tripas.

Sua música “Não existe amor em SP” tem sido amplamente compartilhada na internet, em blogs, timelines. Melodia suave e letra intensa: “Aqui ninguém vai pro céu”

É difícil escolher uma música preferida em um CD (Nó na Orelha), onde dar o play e ouvir da primeira a última faixa é inevitável.

Uma das minhas preferidas é Bogotá,  linda e vale a leitura sem pressa da letra.

“Se você quer amor, chegue aqui
Se quer esquecer a dor, venha pra cá
Pois a ilusão é doce como o mel”

Não sou crítica musical, minha intenção aqui está longe disso. Gosto de falar de música, principalmente da nossa Música Popular do Terceiro Mundo (parafraseando o nome do cd do Rael da Rima). Mas falar de Criolo vai além, falar de Criolo é falar de São Paulo, do Grajaú, bairro em que passei grande parte da minha adolescência.

:)

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