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Planejando seu Mochilão pela América do Sul

Deserto do Atacama, Chile.

Deserto do Atacama, Chile.

Quando começamos a planejar a sonhada viagem, seja pela América do Sul ou qualquer outra parte do mundo, algumas perguntas surgem em nossas cabeças. Quando? Quanto? Como?

Acredito que as respostas para a maior parte dessas perguntas são bastante relativas, porque cada pessoa tem seu jeito de viajar, seu ritmo e seus propósitos de viagem. É aí que para mim está a magia dos blogs e fóruns, você pode encontrar pessoas parecidas e diferentes de você, se inspirar nas experiências delas e criar a sua própria maneira de viajar.

Nesse post vou tentar responder algumas dessas perguntas frequentes, a partir da minha experiência viajando sozinha por Argentina, Chile, Peru, Bolívia e Brasil. Espero ajudar com meus erros e acertos ;)

Vamos lá?

1. Qual a melhor época para viajar pela América do Sul?

As regiões do Altiplano, como Peru, Bolívia e Equador tem seus meses de chuvas entre dezembro e abril. De maio a outubro a região tem seu período seco, considerado o melhor para viajar e por tanto o mais turístico.

O Salar do Uyuni, um dos grandes atrativos da região e para mim a cereja do bolo de uma viagem pela América do Sul, apresenta características bem diferentes em cada um desses períodos e merece uma visita em ambos. Na época seca é possível explorar mais o Salar, chegar mais ao seu interior e ele está branquinho como neve. Eu o visitei nessa época e é uma experiência realmente maravilhosa. Já no período de chuvas o Salar fica coberto por uma camada de água que impede que se chegue tanto ao seu interior, mas que provoca um efeito impressionante. A água no solo reflete o céu e o horizonte se perde, não se sabe o que é céu e o que é chão, provocando a impressão de estar voando. Quero muito voltar nessa época.

Eu e Aurore no Salar de Uyuni. Época Seca.

Eu e Aurore no Salar de Uyuni. Época Seca.

Roubei essa foto do site Boca Aberta para mostrar o espalho natural que se forma no Salar na época chuvosa.

Peguei essa foto do site Boca Aberta para mostrar o espelho natural que se forma no Salar de Uyuni na época chuvosa.

O Chile tem sua alta temporada de viagens no verão, que acontece na mesma época que o nosso. O inverno é muito procurado pelos turistas que buscam esquiar, mas mochileiros você encontrará poucos. Eu fui entre julho e agosto e ficava em quartos para 14 pessoas em hostels no sul do Chile sozinha. Minhas costas chegaram a travar de tanto frio. Minha melhor amiga era a estufa, não conseguia sair do lado dela. Já San Pedro de Atacama dizem estar sempre movimentado, a região é muito seca constantemente, afinal é o deserto mais seco do mundo. E pode ser bastante fria no inverno também. Costuma fazer muito sol durante o dia, protetor é fundamental, ainda que com vento geladíssimo e a noite é congelante. Uruguai e Argentina (principalmente o sul) também costumam ser bem frios no inverno, sendo mais procurados por turistas nos verão.

Outra época que os chilenos me recomendaram é setembro. Todos os anos nos dias 18 e 19 de setembro o país comemora suas festas pátrias e grande parte das empresas não trabalham durante toda essa semana. Eu não fiquei para conferir, mas dizem que é como nosso carnaval, o país inteiro entra em festa.

Visitar Machu Picchu no verão, principalmente em fevereiro, pode trazer problemas por causa das chuvas, por outro lado a paisagem está ainda mais verde e bonita. Eu visitei em outubro e foi ótimo. Recomendo essa época.

Não conheci Venezuela, Suriname e Guianas, mas dizem que por lá a palavra inverno não existe.

Protegida do vento gelado na Laguna Colorado, Bolívia.

Protegida do vento gelado na Laguna Colorado, Bolívia.

2. Quanto dinheiro preciso para viajar?

Os valores podem mudar bastante de país para país. Chile e Argentina merecem uma verba maior. Já o Peru pode sair mais barato, ainda que Lima não seja tão barata assim e a visita a Machu Picchu dependendo de como é feita pode esvaziar o bolso do viajante com pouca verba. A Bolívia é um presente, lá realmente dá para economizar sem muito esforço.

Lembre-se que diferente da Europa grande parte dos atrativos turísticos da América do Sul não estão na cidade e você precisará pagar por um tour ou pelo menos a locomoção até lá. Minha sugestão é reservar a verba dos passeios “especiais”, esses que você precisa de um deslocamento maior, como Machu Picchu, Salar do Uyuni, Islas Flotantes, Cañon del Colca, Aconcaguá e outros.

Para dar uma ideia de valores, vou passar a minha verba por dia para cada país:

Chile: 70 reais
Argentina: 70 reais
Peru: 60 reais
Bolívia: 40 reais 

Há quem viaje com menos ou muito mais. Eu me virei bem com esses valores para comer, me hospedar, comprar algumas coisinhas, fazer alguns passeios. E comi bem, viu! hê Me hospedei bastante em casas de pessoas locais, o que ajudou na economia. Também separei a verba dos passeios que mais queria fazer e dos ônibus entre uma cidade e outra (não inclusos na verba diária). No total de cinco meses, gastei 12.500 reais, contando mochila, câmera e algumas roupas de frio compradas ainda no Brasil (viajar no inverno tem esse problema, carrega mais roupas, mais peso).

A parte mais cara da viagem foi a minha volta pelo Brasil, passando pelo Pantanal, Bonito e Foz do Iguaçu. Vou fazer um post específico desses lugares, pois acabei não fazendo a conta por dia. Também vou fazer um post sobre os passeios de Machu Picchu e Salar do Uyuni, com todas as dicas de valores, como economizar, se fazer com agências ou não, etc. Me cobrem. ;)

3. Como viajar pela América do Sul?

Minha escolha foram os ônibus. Confira as dicas sobre viajar de ônibus pela América do Sul aqui.

4. Preciso de visto para entrar nos países da América do Sul?

Apenas a Guiana Francesa exige visto de brasileiros. Para entrar no Suriname e Guiana é preciso de passaporte, já para os demais apenas do RG. O tempo de permissão máxima sem visto varia de país a país, geralmente são 90 dias. No Suriname são 30. No Peru e Bolívia a imigração costuma perguntar quanto tempo você vai ficar e se você falar menos que o tempo máximo, essa será a quantidade de dias permitidos e se você não sair do país no prazo terá problemas, como pagamento de multa. Recomendo dizer uns diazinhos a mais, vai que.

5. Onde me hospedo?

Eu sou super a favor dos hostels e do CouchSurfing.

O CouchSurfing possibilita uma maior interação com a cultura local, acredito ser uma das melhores maneiras de viajar como viajante e não como turista. O site ainda não é tão popular pela América do Sul, em lugares como Bolívia e algumas partes do Peru, mas funciona super bem na Argentina e no Chile. Para quem não conhece, o CouchSurfing é uma comunidade de viajantes de diferentes partes do mundo que recebem outros viajantes em suas casas, sem cobrar por isso. Vale ressaltar que intenção do CouchSurfing não é hospedagem grátis e sim a interação entre host e hóspede.

Já os hostels possibilitam a interação com pessoas de todo o mundo. São opções econômicas onde você divide o quarto com desconhecidos, quanto mais camas no quarto, mais barato. Geralmente incluem café da manhã, serviço de internet, cozinha. Se você nunca se hospedou em hostels tire alguns mitos da mochila com esse post aqui.

Para encontrar e reservar hostels eu uso o Hostel World, nesse site  você pode verificar as opiniões de pessoas que já se hospedaram no hostel.

Fachada do hostel que me hospedei em Mendoza.

Fachada do hostel, onde me hospedei em Mendoza.

6. Como organizo meu roteiro?

Nas minhas pesquisas pré-viagem encontrei várias planilhas que ajudam a organizar o roteiro  e os custos da viagem. Você pode baixar a que usei no link: Modelo de Planilha de Viagem

Confesso que acabei não seguindo direitinho, mas é um guia. Principalmente para quem gosta de seguir o planejamento a risca.

Espero que essas dicas ajudem vocês. Vamos ainda fazer um post  com outras dicas, sobre câmbio de moedas e cartão de crédito/travel money e um sobre o que levar na mochila. Qualquer dúvida ou sugestão envia um email pra gente levonamochila@gmail.com

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Lagoa Hostel – Floripa

Já fizemos uma série de post’s sobre Florianópolis, é Floripa que não acaba mais nesse blog, sempre com muitas dicas que você pode conferir aqui.

O que fazer se essa ilha tem magia?

Então, percebemos que faltava mostrar um pouquinho mais de um dos nossos cantinhos mais especiais em Florianópolis: o Lagoa Hostel.

A princípio tínhamos um certo receio de nos hospedar em um hostel, eu já tinha tido uma experiência razoável na Argentina, mas como seria um hostel no Brasil? Começamos a investigar, as fotos do Lagoa agradaram, trocamos algumas mensagens com o gerente, fizemos uma pesquisa na internet para ver comentários de outras pessoas (pesquisar os comentários na internet ajuda bastante) e pronto, arriscamos!

Eis que colocamos os pés por lá, o Lagoa nos surpreendeu em tudo, desde a recepção super personalizada, aos quartos, banheiros, café da manhã, as dicas de passeios e a cereja do bolo: a jacuzzi! Sim, o Lagoa tem uma área deliciosa ao ar livre e com uma jacuzzi para você se esbaldar.

Outro cantinho do hostel que marcou pra gente, foi a sala de TV. A sala é super aconchegante, com uma TV gigante e inúmeros jogos de tabuleiro, vídeo games. Se chover, a diversão tá garantida.

O hostel fica em uma região muito boa de Floripa, na Lagoa da Conceição, a menos de 100 metros do terminal de ônibus (ótimo para o mochileiros que gostam de economizar com transporte) e muito próximo a um excelente roteiro de bares e restaurantes, alguns deles já apareceram por aqui nos outros posts.

 Também oferecem passeios ao redor da ilha, passeios de lancha, rafting, ou seja, não faltam opções pra você curtir a viagem e querer voltar sempre, como a gente!

Depois de passar por lá três vezes, nossa conclusão é que o Lagoa agrada a todos os gostos em todas as épocas do ano.

Para matar a cobra e mostrar o pau, ai vão algumas fotos para vocês conferirem um pouquinho desse lugar querido :)

Para mais informações acesse: Lagoa Hostel

Fotos por Lagoa Hostel e Danyelle Fioravanti

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Encantos de Londrina

guest_post

Quem vai contar  por onde andou sua Mochila é o Gustavo Oliveira do blog  Comédia da Vida Alheia, que eu adoro!

Esse último final de semana fui da capital de São Paulo para Londrina, um município localizado no norte do estado do Paraná, a 381 km da capital paranaense, Curitiba.
Vou confessar que a princípio não tive grandes expectativa em relação a cidade (já conheço algumas cidades do interior e nenhuma consegue se destacar por algum motivo peculiar, todas são bem pacatas, pequenas, enfim…), mas confesso que me surpreendi com Londrina, uma cidade pequena, porém charmosa, organizada, em processo de reestruturação, pessoas bonitas, milhares de pontos positivos (perde no excesso de ufanismo, mas afinal qual cidade não se vangloriza de ser a melhor, maior, mas populosa, a mais mais).

Mas vamos desvendar um pouco a partir da minha chegada, uma cidade que é possível atravessar do centro ao bairro em menos de 20 minutos, tive minha primeira parada em uma padaria e confeitaria 24h. (um dos únicos por sinal na cidade infelizmente, pois parece ser bem frenética em relação a movimentação noturna, graças a população jovem que compõe grande parte da população londrinense).

O Pátio San Miguel, com doces e salgados super atrativos, o melhor fica na varadinha aberta em que se pode tomar um bom café da manhã olhando o por do sol (o fato de estar em reforma a gente pula).

Após essa parada, uma volta pela cidade que ainda estava dormindo para conhecer as ruas bem arborizadas, de arquitetura limpa e nova, onde teve fim no hotel.

Fiquei hospedado no Thomasi Hotel na Av. Tiradentes, prédio com estrutura nova, com 5 andares, com instalações super confortáveis. O hotel possuí serviço de quarto, piscina, salão de jogos, sauna, academia, estacionamento, enfim não precisava nem sair do hotel pra ter entretenimento, aos finais de semana você consegue uma diária por uma bagatela de 90 mangos com café da manhã incluso (pode ter certeza que não é caro). Apesar de todo conforto do hotel, o legal mesmo é explorar as redondezas, após uma pausa merecida para repor as energias da viagem, fui para o centro de Londrina almoçar no restaurante ‘Dá Licença Alameda’.


O primeiro Dá Licença surgiu em 1979, mas a essência hospitaleira e aconchegante nasceu bem antes. Seu criador, ainda menino, reunia os amigos em volta de uma panela de ferro para conversar e criar, com o que cada um trazia, deliciosas refeições. Sem saber, ali já se definia o que seria o estilo da gastronomia do grupo: a mistura de um pouco de cada cultura com sabores, temperos e ingredientes brasileiros.

O nome foi sugerido por um amigo ao perceber, logo nos primeiros dias do restaurante, que o espaço de 40m² não era suficiente para a quantidade de clientes atraídos pela picanha grelhada acompanhada de feijão com caldo grosso, polenta crocante e maionese. Pedir licença, era sem dúvida, a maneira mais certa de se conseguir entrar e almoçar neste pequeno restaurante.
Em busca de mais espaço foram sendo criados os restaurantes do grupo. Uma trajetória de conquista de paladares que atravessou gerações e hoje faz parte da história de Londrina.

Um restaurante aconchegante, com um espaço contemporâneo, um ambiente totalmente climatizado, com uma decoração colorida e que diferencia cada ambiente que o restaurante possuí. O cardápio um pouco mais requintado que os outros da franquia, o ‘Dá Licença Alameda’ é perfeito para um almoço entre amigos em um clima descontraído. Fiquei com gostinho na boca de conhecer as outras franquias, mas confesso que estou apaixonado pelo colorido do lugar, pela comida com gostinho caseiro e pelo clima  hospitaleiro que o lugar possuí.

Além da parte interna ser incrível (sei ta redundante, vou parar rs), o espaço ainda conta com uma varandinha bem charmosa, com muitas plantas, ótima para os dias mais quentes.
O almoço foi ótimo obrigado, mas para ajudar na digestão um passeio aos arredores do centro foi a melhor opção. A primeira coisa que me chamou a atenção ao caminhas nas ruas centrais de Londrina foram as cabines telefônicas ao literal estilo londrino.

O que nos leva a mais uma contextualização histórica, Londrina quer dizer ‘Filha de Londres’, o que possa ser uma justificativa das cabines telefônicas vermelhas espalhadas pelo centro da cidade.

Primeira parada foi na Praça da Imigração Japonesa Tomi Nakagawa, uma lugar charmoso, bem projetado, ótimo para uma tarde para relaxar, contando com um espaço para meditação, é possível gastar uma tarde sem se notar (infelizmente a população não cuida como deveria do espaço).

Londrina é uma das maiores colônias japonesas do Brasil.

Tomi Nakagawa
O nome escolhido para a praça, Tomi Nakagawa, homenageia uma das imigrantes que chegaram ao Brasil no navio Kasato Maru, em 1908, integrando o primeiro grupo de japoneses que desembarcou no porto de Santos. Tomi Nakagawa residia em Londrina até outubro de 2006, quando faleceu poucos dias antes de completar 100 anos.

Apoucos minutos a pé da praça, estava no Museu Histórico Padre Carlos Weiss, o museu é instalado no prédio da antiga estação ferroviária da cidade. A arquitetura é linda, e junto com o que é exposto já conta por si só um pouco da história de Londrina, ao entrar no museu encontramos um saguão que o divide em duas galerias um lado com a exposição permanente sobre a história de londrina e outra com exposições itinerantes.

Ao entrar no lado histórico de londrina no museu, conseguimos contextualizar todo o desenvolvimento da cidade, as fases de desenvolvimento (uma das coisas mais bacanas são as ambientações que eles montaram de cada período), tenho certeza que qualquer um sai entendendo muito da história da pequena Londres do Brasil.

A exposição itinerante da vez era sobre “J. Juliani – O colono-fotógrafo”, um acervo fotográfico de um dos ‘fundadores’ de Londrina.

O passeio continuou pela antiga rodoviária atual Museu de Arte de Londrina, segui para Bosque Mal. Cândido Rondon onde encontrei várias pessoas jogando cartas, conversando, estudando (o mesmo clima do Parque Ibirapuera aqui em SP) e por fim  passei no Centro Comercial. Para ajudar a digerir todas as informações histórias do dia, nada como um bom doce de sobremesa, e a escolha foi a confeitaria Mister Cuca, ambiente bem iluminado, bem decorado, onde você se delicia só de olhar a beleza dos doces, um verdadeiro paraíso de delícias onde o carro chefe da casa é a torta trufada, que não resisti e comprovei que realmente faz juzo a popularidade que recebe, mas a gordisse não parou por aí, tive que provar um bomba de chocolate que me fez brilhar os olhos, que por sinal é uma delícia também, um lugar com clima descontraído, para um fim de tarde muito doce.

Pra finalizar o dia nada como um bom jantar, e a parada foi no La Gondola (melhor restaurante italiano da região), restaurante com um clima elegante de decoração intimista, frequentado pela ‘burguesia’ da cidade. Um lugar confortável e que oferece muitas opções de cardápio (rodízio de massas, rodízio de queijos, pizzas, opção é o que não falta), e apesar da finésse do lugar, pagasse pouco por um bom jantar comparando aos restaurantes de SP.

Como ninguém é de ferro, nada como finalizar a noite como uma boa cerveja, onde o ponto de encontro foi um pub irlandês chamado Cheers Pub, um lugar novo na região, onde se encontra uma boa variedade de drinks e cerveja importadas para aqueles que gostam de inovar, mas pros mais tradicionalistas o bom e velho chop também é uma boa pedida.

Pra finalizar minha passagem não podia deixar de conhecer o shopping da cidade, o Catuaí Shopping (pra ajudar no ufanismo tradicional londrinense o maior shopping center em área bruta locável da região Sul do Brasil),  conta com mais de 300 lojas dos mais variados seguimentos, tem uma área de decoração, além dos atrativos como cinema, área de lazer e a sempre movimentada praça de alimentação onde tive minha última refeição no Pastel Mel (sim eu só comi em Londrina, lá você tem uma variedade gastronômica incrível que te deixa com águia na boca).

Inicialmente inaugurado em 1980 em Londrina o Pastel Mel tinha como especialidade pastéis e panquecas, mas ao passar do tempo se especializou em massas e refeições, hoje funciona com um excelente buffet, tem entre 15 e 20 pratos, porém não abriram mal do tradicional pastel que deu nome a franquia que possuí mais de uma loja em Londrina.

Espero que tenha curtido o release de Londrina, é um lugar ótimo para aprender sobre história, com ótimos parques e praças, e um tour gastronômico excelente para os que apreciam assim como eu bons restaurantes, já estou me programando para voltar e conhecer o que ficou pra trás.

Serviço:
• Padaria e confeitaria Pátio San Miguel – Av. Higienópolis 762, Londrina –  Telefone: 43 3324-1661
• Restaurante ‘Dé Licença Alameda’ – Endereço: Alameda Miguel Blasi, 41 Londrina – Telefone: 43 3326 0044 / 3321 9000
• Museu Histórico Padre Carlos Weiss – R. Benjamin Constant, 900 – Centro
Horários:
ter à sex: 9h30-11h30 e 14h30-17h30
sáb e dom: 9h30-11h30 e 13h30-17h00
seg: fechado
• Mister Cuca Confeitaria – Rua Sergipe, 1.524, telefone 3373-1000
• Restaurante La Gondola – Av. Santos Dumont, 1300 – Londrina – Telefone: 43 3339-6050
• Catuaí Shopping Center Londrina | Rodovia Celso Garcia Cid, s/n, km 377 Londrina/PR
• Pastel&Mel, é av. Higienópolis, 437, telefone 43 3025-4544
 

Por Gustavo Oliveira                                                                                                                                                                                @guto_oliveira                                                                                                                                                                                                       Blog: Comédia da Vida Alheia

Quer contar por onde andou sua mochila?                                                                                                                                                Mande um email para levonamochila@gmail.com

;)

 
 

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