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TOP 3 Bares SP – I

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Olá “levados” na mochila, ou na caneca! Quem vos fala é Cadú Parise.

Antes de mais nada eu gostaria de dizer que é um prazer imenso poder participar deste blog com essa humilde contribuição, pois esse é um projeto no qual sempre acreditei por se tratar de falar das maiores paixões dessas duas aventureiras (des)temidas. Eu acredito firmemente que, quando fazemos coisas que realmente gostamos, os resultados são infinitamente melhores e nos elevam a outro estado de espírito, e isso é o que acontece com a Dany e a Fer.

Recebi a difícil missão de listar em três posts o meu TOP 3 dos bares de São Paulo, cidade onde me perco há pouco mais de 3 anos. Sim, me perco, afinal, um interiorano natural de Sorocaba que vive ouvindo música e não presta atenção em nada, vaga no modo suffle pela capital. Anyway, vamos lá!

Em 3º lugar | Mocotó

Como já disse, vivo me perdendo em SP. Mas, nunca me perdi tanto e por um motivo tão bom quando fui conhecer o famoso Mocotó nos confins da Vila Guilherme. Uma coisa eu garanto: vale a pena se enfiar no labirinto até chegar lá, vale cada minuto e cada centavo gasto com as melhores porções que já comi na vida e na degustação de algumas das mais de 500 cachaças disponíveis. Ainda pode-se conhecer grandes figuras como o Seu Josafá – garçom que trabalha no boteco desde que foi aberto há mais de 30 anos – e o próprio fundador, Seu Zé Almeida.

Torresmo, nunca vi coisa igual. Dadinhos de tapioca, uma benção. Linguiça com cebola roxa e cachaça, se você não quiser engordar e/ou se preocupa com colesterol, isso passa. E por último, mas talvez a mais importante, a Asinha de Pintado – essa é indispensável experimentar. Não sei dizer se é exclusividade da casa, mas nunca vi em outro lugar. A lista é extensa, é um local de alta gastronomia mas com preço justíssimo (sério, não é caro), e já ouvi falar muito bem de vários outros pratos e petiscos.

Só que o Mocotó tem mais uma característica única… O menu degustação de cachaças. E é por isso que fui até lá. Por uma taxa fixa (não lembro o valor) você experimenta quantas cachaças quiser/puder/aguentar, inclusive as de alta qualidade. Em minha aventura lá, experimentei 21 tipos (é, o povo do interior bebe…), dentre as quais estavam a João Mendes 8 Anos (MG), Volúpia (PA), Weber Hauss (RS), Terra Brasilis (SP), Dona Beja (MG), Germana (MG)… E, acreditem se quiser, para finalizar eles ainda servem um licor de cachaça, bebida atípica, doce e muito gostosa. Deve ser para rebater as cachaças.

Confiram o segundo e primeiro lugar do TOP3 do Cadú, nas próximas sextas-feiras, aqui no Levo na Mochila ;)

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Post por Cadú Parise
Foto por Rio de Janeiro a Dezembro


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Arquivado em Mochilão SP