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Roteiro de 3 dias em Roma: Dia 1 no Centro

Tenho feito viagens frequentes a Roma nos últimos dois anos, já que meu namorado mora lá e temos mantido o relacionamento à distância. Nesse tempo, fiz e refiz roteiros com amigos que acabavam passando por lá para uma visitinha, e acabei criando um roteiro meu bem fácil para os viajantes que estão fazendo uma visita curta à cidade, por volta de 3 dias.

Para começar, tenha em mente que a melhor forma de conhecer o centro de Roma é andando. No centro, as distancias são razoáveis, e você sempre pode andar e parar um pouquinho para apreciar a vista enquanto toma um “gelato” ;)

1. Coliseu + Foro Romano (sugiro que comece cedo, umas 9h00)

Os arredores do Coliseu está cheio de guias turísticos tentando te vender algo que você não vai precisar. Eles cobram por volta de €30.00 para fazer o tour do Coleseo + Foro Romano (Ruínas que formam o centro comercial de Roma Antiga), enquanto você pagaria apenas €17.00 para fazer isso sozinho. O ticket comprado no Coliseu já te dá direito à visita no Fórum Romano. Também tem a opção de comprar o Roma Pass em bancas de revista ou pontos turísticos, que dá descontos em museus (se você for visitar muitos, vale a pena).

Após o Coliseu, pegue a Via dei Fori Imperiali. Ao seu lado esquerdo você verá o Foro Romano. É melhor pegar um audio guide para fazer a visita, pois as vezes pode ser um pouco confuso entender onde ficavam as antigas construções.

Seguindo o roteiro do audio guide você subirá uma colina e encontrará uma vista incrível para o Coliseu. É aquele momento que você não em palavras, só um “wow”.

Coliseu

Coliseu

Vista do Foro Romano

Vista do Foro Romano

2. Il Vittoriano

Após uma parada para um lanchinho (mais dicas preciosas nesse outro post), volte à Via dei Fori Imperiali e siga até o final da avenida, onde você encontrará o Monumento a Emanuelle II (o primeiro rei de Roma unificada). Esse monumento é  megalomaníaco, na minha opinião. Na época do seu projeto, o objetivo é que ele fosse visto de toda cidade, e para isso não pouparam nem as ruínas de Roma antiga. Algumas foram destruídas para a sua construção, e reza a lenda que até um pedaço do Coliseu foi retirado para que ele pudesse ser visto . Mas, vale a pena entrar?  O museu é muito legal, com uma coleção de armas antigas bem interessante. A vista do terraço também é linda, mas eu vou te dar uma dica de vista ainda melhor. Então, se for pela vista, desencana. Se for para conhecer o museu, e história da Itália, vai fundo e gaste mais 1 horinha aí!

3. Pantheon

É incrível! Acredita que os caras projetaram aquilo no século 2?

Cúpula do Pantheon

Cúpula do Pantheon

4. Fontana di Trevi

É o meu lugar favorito de Roma até agora. A fonte é magnífica, linda, perfeita! Você se sentirá no filme “La Dolce Vita”, do Fellini. Os romanos dizem que você deve jogar duas moedinhas na fonte: 1 para pedir alguma coisa e a outra para retornar à Roma.

Fontana di Trevi

Gigi e eu na Fontana di Trevi. Foto do Humberto Hirochi.

5. Pausa para um lanchinho

Em volta da Fontana di Trevi tem uma série de bares que vendem panini e pizza, mas não coma por lá. Normalmente é caro, cheio de turista e tumultuado… Os sorvetes desses lugares também não são dos melhores (industrial, cheio de conservante, enquanto você pode achar um artesanal mais pra frente).

Nossa dica: Siga pela Via Poli, atravesse a avenida e ali você encontra alguns bares e pizzarias pequenas e baratas. Aliás, a pizza que comemos estava ótima, e custou 3 euros o pedaço.

Lanchinho numa pizzaria mais afastada da Fontana di Trevi

Lanchinho numa pizzaria mais afastada da Fontana di Trevi

5. Piazza di Spagna

Continue até chegar a Piazza di Spagna. Descanse na escadaria, dê uma olhada em volta. Agora é hora de subir as escadarias para uma vista linda!

Depois, siga pela Piazza della Trinita dei Monti (olhando para a igreja da Piazza di Spagna, caminhe por essa rua à esquerda) e pegue a primeira viela à direita (começa como uma paralela). Siga até chegar à Terrazza del Pincio. A vista é explêndida. Seguindo esse roteiro você provavelmente chegou à esse ponto com o pôr do sol, que está logo atrás da catedral de St.Peters (Vaticano). Aproveita para tirar umas fotos e compartilhar no Instagram com #levonamochila.

Piazza di Spagna

Piazza di Spagna

6. Desça até a Via del Corso e siga pelas lojas. É o mundo da perdição com Sephora, H&M, Gap e tantas outras.

7. Uma outra opção é entrar no parque atrás de você, que é a Villa Borghese. É um dos parques mais lindos de Roma. Existe uma galeria de arte clássica dentro do parque, mas é preciso comprar o bilhete e fazer a reserva antes no site www.rome-museum.com. O preço é €17.50, e não há desconto para estudantes, a não ser que você seja membro da comunidade Européia :( .

Gostaram do primeiro dia em Roma? Conta pra a gente a sua experiência.

Semana que vem tem o segundo dia em Roma: um passeio pela gastronomia e a arte milenar pelas ruas da cidade.

Acompanhe posts da série sobre Roma, dá uma olhada nas nossas dicas anteriores:

1. 10 dicas de viagem para Roma.

2. Café da manhã Italiano em Roma.

3. Gelato em Roma.

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O melhor gelato do mundo está em Roma

A cerca de 400 metros do Castelo Sant’Angelo você encontra a Gelateria Del Teatro.

É a melhor sorveteria do mundo na minha opinião! O lugar oferece os sabores tradicionais de “gelato” (sorvete italiano) como pistache e chocolate, mas também outros bem diferentes, como abóbora e chocolate (incrível, vai sem medo nessa escolha).

A sorveteria fica numa viela super charmosa, escondidinha do mundo. Então, não tem trânsito ou lojas interferindo no seu momento especial em Roma com a galera ou com o seu amor. É legal para qualquer situação. Se você está procurando um ar romântico, pegue o sorvete e fique alí sem pressa sentado na escadaria. É um daqueles momentos especiais que você acha que só existe em filme, mas quando você está alí, percebe que é tudo real e que o filme é na verdade a sua vida.

O lugar é escondidinho, não dá pra ver direito no Google Maps. É uma das vielas que saem da praça onde o Google Maps aponta como o lugar da gelateria (Via de San Simone, 70).

Achei o preço bem justo. O copinho pequeno com dois sabores sai por €2.00 e o cone de biju artesanal com dois sabores sai por €2.50.

Viela charmosa - Gelateria del Teatro

Viela charmosa – Gelateria del Teatro

Gelato del Teatro

A escadaria faz toda a diferença na atmosfera. E olha só: não tem loja ou trânsito!

Gelato del Teatro

Gelateria del Teatro

Gelato del Teatro

Para ir com a galera ou para um pouco de romance <3

Pensando na janta e no café da manhã? Confira nossas dicas:

1. Café da manhã italiano.

2. Jantar tipicamente Romano.

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Café da manhã em Roma: Comer como os italianos

Tenho duas sugestões para um café da manhã típico em Roma: ir a um Bar ou uma Padaria.

O conceito de Bar e Padaria é um pouco diferente do Brasil.

No bar você encontra o espresso, latte macchiato (mais leite do que café), caffè latte (mais café do que leite), cappucino, etc. Eles também tem panino (sanduiche frio), spremuta (suco de laranja feito na hora), tramezzino (sanduiche quente), cornetto (cone de massa folhada com creme de baunilha ou chocolate). Enfim, tem para todos os gostos. O legal de ir aos bares de manhã é que você pode ver o caos organizado que é pedir um café. Cena de cinema.

Você encontra bares em qualquer esquina de Roma, então se aventure em algum próximo de onde você está hospedado.

Já as padarias tem mais variedade de doces, mas você normalmente terá que comer fora do estabelecimento. Eu não acho um problema, é só sentar em alguma piazza próxima e curtir o que está ao seu redor, especialmente as pessoas falando essa língua tão linda.

Recomendo a Il Fornaio, que fica entre a Piazza Navona e o Campo di Fiori (Via dei Baullari, 5-7). Eu já comi uma tortinha com pinoli e também um cornetto napoletano com creme de baunilha. Mas tudo parece tão bom…É como entrar na loja da nonna do Willy Wonka.

Il Fornaio

Il Fornaio: Via dei Baullari, 5-7

Doce italiano. Corneto.

Doces de massa folheada e tortinhas de creme.

Cornetto Napoletano alla crema

Cornetto Napoletano alla crema. Foto do Humberto Hirochi.

Roteiro de 3 dias em Roma: Doce romano

Tortinha de pinoli com creme de baunilha…e a cara da pessoa sonhando em destruir o docinho! haha

 

Já pensando na janta e sobremesa? Dá uma olhada nessas dicas:

1. Jantar tipicamente Romano.

2. O melhor sorvete do mundo está em Roma.

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10 dicas de viagem para Roma

Roma é uma das cidades mais lindas do mundo.  Com tanta história e pessoas interessantes, é com certeza uma cidade para ser vivida. Mas, se você não tem muito tempo ou dinheiro, vão aqui algumas dicas para você aproveitar um mochilão pela cidade:

Dica 1: Compre um chip para o seu celular (tem uma loja da Vodafone na Via del Corso. Mas, você pode encontrar outras na Via del Corso: Tim, Wind, Tre). Na Vodafone, por €25 você terá um número local e acesso à Internet por 2 semanas (claro, sem ficar assistindo vídeos no Youtube com o 3G). Isso vai te ajudar a entender a história dos lugares quando você estiver neles. Eu usei o Wikipédia através do Chrome para iPhone e foi perfeito. Mas, também existem outros apps muito bons.

Dica 2: Empreste ou compre um guia de Roma, com mapa, caso você não tenha um smartphone. Não precisa de um guia muito grande para 3 dias em Roma. Já viajei com o Frommer e com o Lonely Planet, e ambos atendem. Se estiver com o orçamento apertado para a viagem, tente pegar emprestado o do hostel ou hotel que você vai ficar. Normalmente eles emprestam numa boa.

Dica 3: Roma Pass. Se você vai ficar em Roma por pelo menos 3 dias, você pode preferir o Roma Pass ao invés de um guia impresso, que é um cartão que dá direito à entrada no dois primeiros sítios arqueológicos, descontos para museus e galerias, e já vem com um mapa impresso (muito bom) mostrando a localização vários pontos turísticos de Roma. Além disso, também é possível usar o transporte público quantas vezes quiser. Tudo fica em €30,00.

Dica 4: Leve lanchinhos para a sua caminhada. Você vai andar bastante, então é bom ter um lanchinho para matar a fome antes de destruir qualquer snack porcaria e caro vendido para turistas.

Dica 5: Se arrisque nos supermercados! Existem vários tipos de presuntos crus e pães rústicos que são muito bons e baratos.  Além de tudo, é ótimo para entender o que um italiano de verdade come no dia-a-dia.

Dica 6: Você deve ir a esses lugares, são encantadores (e os meus favoritos): Fontana di Trevi, Coliseu, Piazza di Spagna, Piazza del Popolo, Roma Sparita (O melhor e mais aconchegante restaurante de Roma) e Gelateria del Teatro (o melhor sorvete do mundo!).

Dica 7: Evite a tentação de pegar “gelato” em pontos turísticos. O “Gelato” (sorvete) italiano é incrível, quando bem feito. A tentação pode ser grande, mas evite pegar um “gelato” ao redor de pontos turísticos, como a Fontana di Trevi. Eles normalmente são feitos da mesma forma daqueles sorvetes de massa que você compra no supermercado aqui no Brasil. O legal é experimentar os artesanais, como os da Gelateria del Teatro.

Dica 8: Cuidado com o preço do menu italiano. O menu tradicional do italiano nos restaurantes é imenso e eles tem o costume de pedir o menu completo, então cuidado ao pedir, pois a conta pode vir alta. Eles têm:  Entrada (que pode ser mais de um prato), primeiro prato (massa), segundo prato (peixe ou carne), sobremesa, café, e amansa café (são licores que eles dizem ser digestivos. É bem comum eles pedirem após a refeição. O principal é o limoncelo). Claro, vinho e água para acompanhar tudo isso. Ufa..

Dica 9: Uma boa opção para beber vinho bom e acessível é ir ao supermercado. Não sou especialista no assunto, mas descobri, depois de muito vinho com os amigos italianos, que gosto de certos tipos de uva que fazem o vinho ser mais frutado e leve. Se você curte esse tipo também, indico esse no supermercado: Vinho Branco St. Michael-Eppan (Gewurztraminer), €12.00 no máximo.  São restaurantes com preços geralmente mais acessíveis, mas cuidado, pois às vezes eles dizem que é Osteria, mas é na verdade um restaurante bem caro. É só checar o menu antes.

Dica 10: Aperitivo. Se preferir sair para petiscar e ver pessoas, pergunte por lugares onde é oferecido o “Aperitivo”. O “aperitivo” é o happy hour deles, só que você pede uma bebida alcoólica e tem direito a se entupir de comida que eles oferecem (geralmente uma salada, um sanduiche, presunto, queijos). Você paga €7.00 por uma taça de vinho, mas janta barato.

Fontana di Trevi

Gigi e Eu – Fontana di Trevi

Pausa para o lachinho

Pausa para um lanchinho

Piazza di Spagna

Gigi e Hirochi na Piazza di Spagna

Piazza del Popolo

Visual incrível da Piazza del Popolo. Foto tirada do alto da Terrazza del Pincio

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Estudando e conhecendo a Irlanda II

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Hello, mochileiros!

Agora que vocês já conhecem a Isa e os primeiros desafios de um intercâmbio, é hora de abrir aquela lata de Guinness, encostar um pouquinho na poltrona e relaxar, curtindo boas dicas de passeios pela Europa e as incríveis fotos que a Isa reservou pra gente.

Let’s?

 Vivendo na Irlanda: dicas de passeios e viagens

 Oi, pessoal!

No meu primeiro post para o blog, compartilhei os aspectos iniciais da minha experiência de intercâmbio: o que motivou escolher a Irlanda, primeiras impressões, como conciliar trabalho e estudo, etc.

Agora, vou abordar um assunto que costuma ser de interesse geral: dicas de passeios e viagens. Pois, acredito que tão importante quanto o objetivo profissional ou acadêmico de um intercâmbio é o privilégio de descobrir e vivenciar outras culturas, além das amizades que você vai construindo no caminho.

Dicas: viagens 

Comecei a viajar após encontrar minha residência “fixa”. Com a rotina intensa de trabalho e estudo, restava os finais de semana e feriados para espairecer, viajar e conhecer a cidade, já que estava “reservando” as férias para a visita do Bruno, meu namorado.

Então, como não tinha muitos dias, foquei em conhecer as principais cidades e aquelas que sempre tive um interesse especial, como Roma (sonho), Barcelona, Londres e Praga. Faltou ainda vários destinos (Turquia e Croácia, quero muito!). Mas, a vida continua e terão outras oportunidades.

Enfim, vamos às dicas. Quando comecei a pesquisar fiquei impressionada com a facilidade de viajar pela Europa. As passagens são muito mais acessíveis e é possível encontrar promoções inacreditáveis. As principais dicas são: pesquisar com antecedência, planejar, e para poupar ainda mais, procurar sempre levar bagagem de mão.

Quando me registrei na imigração da Irlanda, recebi uma carteirinha, chamada GNIB, que é praticamente um visto de entrada nos outros países europeus. Eu digo praticamente porque, se não tiver um passaporte europeu, de qualquer maneira é necessário pegar a fila de Cidadãos Estrangeiros (Non-EU) para permitirem sua entrada no país. Mas, com a carteirinha costuma ser bem mais tranquilo.

Como Dublin fica em uma ilha, não viajei muito de trem (acho que só peguei trem de Düsseldorf para Colônia, na Alemanha, e para Galway, uma cidade linda na Irlanda). Então, o jeito era pesquisar frequentemente nos sites das duas principais companhias aéreas low cost que operam em Dublin: Aer lingus e Ryanair.

Aer lingus

Começou a voar na Irlanda em 1936 e hoje é uma das principais companhia aérea de baixo custo. Costumo dizer que ela é a prima melhorada da Ryanair, pois os aviões são um pouco melhores, mais espaçosos, o limite de bagagem de mão é maior e é possível reservar o assento com antecedência.

Ryanair

A Ryanair é mais nova, fundada em 1985. A empresa cresceu rapidamente e se tornou a maior companhia aérea de baixo custo da Europa. As passagens na Ryanair costumam ser absurdamente baratas, mas é preciso levar em consideração alguns aspectos: a companhia opera em aeroportos mais distantes, o que no final poderá encarecer a viagem em função do traslado. O limite de bagagem de mão é também um pouco menor e eles não reservam o assento com o antecedência, o que costuma ser engraçado, pois forma uma bagunça básica antes de entrar no avião.

Resumindo

Apesar da Aer lingus geralmente ser mais cara, vale a pena sempre pesquisar nas duas companhias. Até porque a Aer linguns opera em algumas cidades que a Ryanair não vai, como Amsterdam, por exemplo.

Onde ficar

Viajar pela Europa costuma ser sinônimo de se hospedar em hostels. Excluindo Varsóvia e Colônia, cidades que fui super bem recebida por queridos amigos, nas outras cidades que visitei o esquema foi hostel ou hotel de médio/baixo custo mesmo. Utilizei muito o site Hostel World que indica as principais acomodações de acordo com os critérios de busca.

Para a decisão final, eu levava sempre em consideração os comentários e avaliações das pessoas no site e a localização. De maneira geral, consegui me hospedar em hostels e hotéis muito simpáticos.

Dicas: o que fazer em Dublin 

Não é só de viagem que é feito um intercâmbio. Descobrir a cidade que você mora também é um privilégio. A seguir, vou compartilhar algumas dicas do que fazer em Dublin, a partir da minha experiência pessoal, é claro.

Conhecendo a cidade 

Como na maioria das cidades da Europa, em Dublin existe um rio principal que corta a cidade ao meio. Esse rio chama-se é Liffey e é sobre a O’Connell Bridge que fica o ponto central da capital da Irlanda.

Portanto, Dublin é dividida em duas partes: lado norte do Rio Liffey e lado sul do Rio. Não existe CEP na cidade. As regiões são divididas em números sendo o lado norte os números ímpares e o lado sul os pares. As regiões 1, 2, 7 e 8 são as mais centrais. Confira o mapa abaixo para entender melhor.

Considero Dublin uma cidade jovem e animada. Mas, essa é a impressão de quem não passou pelo frio mais intenso (morei na cidade de fevereiro ao final de setembro, justamente para fugir do inverno). Então, nesse período, os pubs estão sempre abertos e com música ao vivo. Só um detalhe: a maioria dos estabelecimentos fecham às três da manhã, incluindo as baladas.

Além dos famosos pubs, vale ainda citar o famoso St. Patrick’s Day, quatro dias de festa em março que dão às ruas de Dublin uma atmosfera de Carnaval.

Ok, a cidade é legal, tem coisas interessantes… Mas, o que fazer, exatamente?

 

Layout da cidade

 

Pontos turísticos

  1. Fábrica da Guinness | Eu adoro Guinness e gostei bastante do tour, que conta todo o processo de fabricação da cerveja. Sem falar que a loja com produtos é a maior de Dublin. 
  1. Phoenix Park | É considerado o maior parque fechado da Europa. Vale a pena conhecer. 
  1. Trinity College | Essa Universidade foi fundada praticamente na época do descobrimento do Brasil. O lugar é incrível e vale a visita. Os prédios internos são lindos.
  1. O’Connell St. | É a principal rua de Dublin e onde tem o Spire, uma “agulha” gigante. É cheia de lojas e sempre fica lotada. 
  1. Grafton St. | Os brasileiros chamam de a “Oscar Freire” de Dublin, mas sinceramente acho que tem muito menos lojas bacanas que a nossa representante hehe. Mas ainda assim, vale a caminhada, por ficar em uma região muito bonita de Dublin. 
  1. Stephen’s Green Park | Depois de passear na Grafton St., aproveite e dê uma passada no Stephen’s Green que fica logo no final da rua. 
  1. The Irish Museum of Modern Art | O museu é sensacional e com muitas obras bacanas. O acesso também é fácil, pelo Luas, espécie de metrô que anda nas ruas da cidade.
  1. Old Jameson Distillery | A Irlanda é a terra da Guinness, mas quem gosta de whiskey não irá se decepcionar.

Pubs e comidinhas 

  1. The PorterHouse | É um pub muito bacana, com fabricação própria de cerveja e possui ainda diversos rótulos de cervejas especiais. Toda noite tem música ao vivo. São três casas na cidade, mas a melhor é o da região do Temple Bar.
  1. The Tempe Bar | É o pub mais popular de Dublin, cheio de turistas. Mas, isso não o torna ruim. Pelo contrário, o bar é muito animado, com música ao vivo (rock e pop) toda hora e ainda é uma graça. Vale a pena conhecer. 
  1. Cafe en Seine | A decoração é linda, e até às 22h funciona um restaurante bom também. Ele é mais no esquema baladinha, ótimo para dançar. 
  1. Johnnie Fox’s | Não é só um pub… É uma experiência! É considerado o pub mais antigo de Dublin, a decoração é bem tradicional e eles fazem shows de música e dança típica. Por ser afastado do centro, possuem serviço de transporte que sai dos principais hotéis de Dublin. 
  1. The Queen of Tarts | Tem os melhores doces e tortas do mundo!!! O lugar é muito fofo, parece uma casa da vó. 
  1. Dakota Bar | É um pub digamos mais “playboyzinho”. Toca músicas conhecidas e vai um pessoal mais arrumado. O ambiente é uma delícia, assim como as bebidas. 
  1. Howl at the moon | Costumava ir nessa baladinha com minha flatmate da Inglaterra. É um dos lugares favoritos dos moradores da cidade, sendo mais difícil encontrar brasileiros (pelo menos quando fui).

É obvio que não podia esquecer da famosa Dicey’s, pub/baladinha que anima as terças dos brasileiros com bebidas por apenas dois euros e o Fitzsimons, sempre o fim de festa de quem mora no centro de Dublin. Também gostava muito do The Mezz, um pub mais alternativo. Ah, a maioria dos pubs tem restaurante, mas não tenho tantas dicas de onde comer simplesmente porque não gostava muito da comida e cozinhar em casa sempre é mais econômico.

Depois de tantas experiências, viagens e descobertas, qual seria o principal aprendizado do meu intercâmbio? Confiram no próximo post. Até mais!

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